Foi
preciso muito mais que alguns meses para eu ter coragem de minar o último elo
imaginário que poderia me ligar a um passado que eu procuro esquecer, ou ao
menos perdoar. Deixei
para trás muitos poemas de dores e mágoas. Deixei para trás muitas tentativas de acalmar tanta turbulência. Mas,
mais o que isso: deixei para trás todo o desencanto do meu universo.
É
tempo de paz. E agora eu só quero (me)encantar.
Namastê!
Nenhum comentário:
Postar um comentário