sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Sobre o versos que eu acho por todos os cantos...



Quando te vi entrar no bar,
 senti meu corpo reagir
 em todos os graus de loucura.

 Você passou com aquele copo na mão, 
desfilando uma segurança e perigo
 que me fez enlouquecer. 

Só foi preciso uma palavra. Não hesitei.
Segui seus rastros, e te encontrei entre um gole e outro: 
linda, pronta e entregue. 

(Mari Duenha)


sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Vez ou outra...

Achei que os últimos fatos mereciam qualquer registro vagabundo, de sentimentos que foram literalmente jogados ao vento. É uma lembrança que grudou um sorriso no meu rosto, e me fez gargalhar em pleno garrafamento da 15 com a Geisel, as seis da tarde de uma sexta feira, como se esse mesmo vento voltasse e passasse pela minha vida, naquele instante. Uma musica no rádio que me transportou para longe dessa realidade, um bosque ali por perto, cheio de segredos, cheio de sonhos e de pegadas fortes no meu coração. É bom poder lembrar sem sofrer, poder apenas lembrar do que foi ferro em brasa em uma pele que de tão quente não queimava. Ou melhor, ardia só em desejos. O tempo vai passando e transformando tudo dentro de nós. Absolutamente tudo. Eu tenho gostado disso, é uma sensação de "eu to viva", e espero que isso nunca morra dentro de mim. Ser inteira, mesmo que alguns pedaços tenham ficado pelo caminho...


"E coube tudo na malinha de mão do meu coração..."

(Zero, Liniker)